É senso comum por aqui que, em JPG ou TIFF, uma boa maneira de interpolar é em varios passos de pequenos aumentos, pois isso dá um resultado melhor do que em um único passo grande.
Dá pra fazer essa interpolação no conversor (Bibble, por exemplo)? Alguma dica? Ou dá no mesmo que eu converter no tamanho original e dai interpolar no TIFF?
Até onde eu sei interpolar em RAW é coisa só para Fuji usando o
no caso dos outros conversores a interpolação não tem nada de especial, vc
vai conseguir melhores resultados gravando em TIFF e interpolando com
ou com o
Resposta eu não tenho… mas posso tentar dar uma raciocinada…
Teoricamente convertendo o RAW vc ainda pode conseguir alguma vantagem na interpolação na hora do demosaico… Mas acho creio que exista um ponto máximo de interpolação com esse ganho de vantagem. Depois disso acho que a melhor solução seria interpolar ou com bicubic de 10 em 10% ou então com logarítimos alternativos como o do genuine fractals…
É senso comum por aqui que, em JPG ou TIFF, uma boa maneira de interpolar é em varios passos de pequenos aumentos, pois isso dá um resultado melhor do que em um único passo grande.
Nem sempre. Já fiz alguns testes, e em alguns casos, é melhor interpolar direto para o tamanho desejado. Não cheguei a reparar se isso acontece em casos específicos, pois o teste foi feito com imagens aleatórias.
Acho que as recomendações do Pictus dão conta do recado. Já usei e gostei dos dois.
É senso comum por aqui que, em JPG ou TIFF, uma boa maneira de interpolar é em varios passos de pequenos aumentos, pois isso dá um resultado melhor do que em um único passo grande.
Nem sempre. Já fiz alguns testes, e em alguns casos, é melhor interpolar direto para o tamanho desejado. Não cheguei a reparar se isso acontece em casos específicos, pois o teste foi feito com imagens aleatórias.
Acho que as recomendações do Pictus dão conta do recado. Já usei e gostei dos dois.
Pois é, Ivan, é o que queria (quero) tentar, mesmo que só pra ver no que dá.
Mas daí que veio a pergunta inicial. Digamos que preciso fazer uma imagem 200% do que é originalmente. Interpolando na conversão, só dá pra fazer toda amplicação num punico passo, e não em diversos de 10%. Fiquei pensando que TALVEZ houvesse alguma manha pra isso.
Não vejo por que a interpolação direto no RAW poderia ser melhor do que no TIFF 16 bits. Posso estar errado, mas ainda acho melhor usar um programa específico, como o Genuine Fractals, com TIFF 16 bits.
Não vejo por que a interpolação direto no RAW poderia ser melhor do que no TIFF 16 bits. Posso estar errado, mas ainda acho melhor usar um programa específico, como o Genuine Fractals, com TIFF 16 bits.
Fabio, eu nem digo ser melhor.... apenas é mais fácil e não tive perdas significativas na foto impressa, que no fundo é o que vou querer ver, por isso que faço direto do raw.... já que não dá diferença pra que fazer o mais demorado? apenas isso...
Não vejo por que a interpolação direto no RAW poderia ser melhor do que no TIFF 16 bits. Posso estar errado, mas ainda acho melhor usar um programa específico, como o Genuine Fractals, com TIFF 16 bits.
Fabio, eu nem digo ser melhor.... apenas é mais fácil e não tive perdas significativas na foto impressa, que no fundo é o que vou querer ver, por isso que faço direto do raw.... já que não dá diferença pra que fazer o mais demorado? apenas isso...
Alex, realmente é mais prático interpolar direto no RAW. Mas acho que ficou subentendido que isso resultaria em mais qualidade, quando acredito ser melhor usar um programa específico no TIFF :)
Não vejo por que a interpolação direto no RAW poderia ser melhor do que no TIFF 16 bits. Posso estar errado, mas ainda acho melhor usar um programa específico, como o Genuine Fractals, com TIFF 16 bits.
talvez por ser feita no momento do demosaico do arquivo, ou seja, tendo acesso a mais informação sobre cada pixel isolado.
E para interpolar, 16bits não tem nenhuma vantagem significativa (para não dizer nenhuma) sobre 8bits. Duvido muito que em alguma interpolação aconteça qualquer tipo de clipping de cores…
Não vejo por que a interpolação direto no RAW poderia ser melhor do que no TIFF 16 bits. Posso estar errado, mas ainda acho melhor usar um programa específico, como o Genuine Fractals, com TIFF 16 bits.
talvez por ser feita no momento do demosaico do arquivo, ou seja, tendo acesso a mais informação sobre cada pixel isolado.
E para interpolar, 16bits não tem nenhuma vantagem significativa (para não dizer nenhuma) sobre 8bits. Duvido muito que em alguma interpolação aconteça qualquer tipo de clipping de cores…
Bem, são duas as questões:
1 - Como saber se é feito no momento do demosaico? Pelo que sei, isso só rola na Fuji, mas não tenho certeza.
2 - Não é nem a questão do clipping de cores, é a transição mais sutil entre os pixels adjacentes.
A interpolação na conversão é feita no demosaico, ou nem existiria. Assim, você não está interpolando pixels RGB e sim as informações em sua raiz. Considerando que em tratamento de imagem a ordem dos fatores altera o produto, interpolar com a informação primária tende a ser melhor.
Eu fiz muitas fotos interpolando ao tamanho máximo do conversor, e ficaram boas quando impressas. Não vi vantagem alguma em interpolar no PS, além de mais trabalhoso.
É importante dizer que temos de deixar o sharp em zero para não haver produção de halos.
Da esquerda para a direta na fileira de cima, todas com o mesmo RAW e usando o silkypix. JPG interpolado em 200% no RAW e interpolado com um script em 200% em 10 pasos. O script tem sharp.
Na fileira de baixo primeiro o TFF 16bits interpolado script e depois no RAW.
Não notei diferença, só usar o sharp nas interpoladas no RAW que fica igual.