A sacada de marketing com AI = Apple Intelligence… :worship: :hysterical:
No vídeo abaixo tem um resumo dos recursos:
Eu curti muito o Math Notes.
A sacada de marketing com AI = Apple Intelligence… :worship: :hysterical:
No vídeo abaixo tem um resumo dos recursos:
Eu curti muito o Math Notes.
Elon Musk não curtiu a integração do Chatgpt no ios.
Uma das boas hoje:
Está sem namorada??? A mulher ideal está lá
da pra conversar e se relacionar com ela.
Acabei de ler os 3 volumes de O Tempo e o Vento e resolvi fazer um teste com o ChatGpt pedindo um resumo do livro. Vieram 2 parágrafos com informações gerais. Até aí tudo bem.
Mas quando pedi detalhes o bicho capotou feio. Incluiu personagens inexistentes nos 3 volumes.
Será que o algoritmo de IA é tão completo que já aprendeu a espalhar ‘fakes’ também?
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1. O Continente
Tentei muito recentemente usar Ai generativa para a geração de código em linguagem C. A taxa de acerto, para o mau nível de exigência está em torno de 50% se for um problema básico e menos de 10% se for um problema mais complexo.
Um dos principais problemas é justamente incluir , por exemplo, funções inexistentes.
Isso falando do GPT 4.
Um amigo disse ter tido melhor experiência com Python. Não tenho como confirmar.
é foda, algumas coisas tem que checar sempre em outras fontes
Nos idos dos anos 2000 comecei a brincar com redes neurais para tentar extrair dados de massas complexas ou com padrões não óbvios com um certo sucesso, por exemplo em previsões climáticas e comportamento de mercado financeiro (como experimento). No caso climático era mais ou menos assim: Escolhia-se um local para a previsão e então arbitrariamente escolhiamos um montão de estações climáticas que achávamos que fossem relevantes, pelo menos umas 30 pra começar. Aí vinha o trablalhão que era obter os dados históricos de temperatura, umidade, pressão, direção e velocidade do vento e pluviosidade diários (preferivelmente a cada 6 horas) por no minimo 10 anos kkkkkk… Só assim a coisa começava a fazer algum sentido. Ah, e também tinha que informar os mesmos dados para a localidade escolhida para a previsão.
No caso do mercado financeiro nunca funcionou, porque tinham tantas variáveis bizarras como por exemplo “presidente falou merda”, que nem com reza braba a coisa funcionava.
Nem hoje com os modelos mais avançados consegue-se prever o mercado com uma margem razoável.
Big Data serve sim e muito bem, para saber o que as pessoas andam fazendo, consumindo e falando. E isso vale muito dinheiro.
Ai generativa tem funcionado razoavelmente bem para certas coisas, mas falhado retumbantemente em outras. O que tem de diagnóstico médico errado gerado por Ai é algo assustador.
Outro problema sério é que a Ai não tem como saber muito bem se uma informação que ela encontrou é verdadeira ou não. Se uma mentira for contada muitas vezes como se fosse uma verdade e nunca for contestada, para a Ai ela passa a ser uma verdade (falsa). Isso se chama envenenamento da informação e está sendo cada vez mais comum.
O GPT é uma baita ferramenta de busca e organização de resultados mas deixa muito a desejar na parte “criativa”, que de criativa não tem nada. Na verdade é uma reorganização do conteúdo que foi encontrado. Conforme esse resultado for sendo aceito ou refutado, o modelo vai (teoricamente) refinando a resposta e aprendendo. Mas cá entre nós, quem vocês conhecem que contestam os resultados ?
Olha que bizarro o teste que fiz…
“Fale sobre o obturador tipo RABO DE GALO da Nikkormat”
(Não existe tal obturador, eu que inventei)
Vejam a resposta !
O obturador “rabo de galo” (ou “pelican” em inglês) é um tipo de obturador que foi usado em algumas câmeras da Nikkormat, como a Nikkormat FT e outras câmeras SLR da Nikon das décadas de 1960 e 1970. Ele recebeu esse apelido devido ao seu design peculiar, que se assemelha à forma de um “rabo de galo”, ou um “pelican”, quando as lâminas do obturador se abrem e fecham.
O obturador “rabo de galo” é um obturador de cortina metálica com um mecanismo de lâminas curvadas que se abrem e fecham de maneira não linear. Essas lâminas se movem para expor o filme de maneira rápida e precisa, permitindo a captura de imagens.
O nome “rabo de galo” vem do fato de que as lâminas do obturador se movem de uma maneira que cria um formato similar a um rabo de galo, com um movimento curvado e de abertura progressiva. Esse tipo de obturador foi uma tentativa de criar um mecanismo mais durável e resistente ao desgaste, mas, com o tempo, surgiram alguns problemas típicos relacionados a esse design.
Embora o obturador “rabo de galo” tenha sido projetado para ser robusto, ele tem algumas desvantagens que podem levar a problemas em câmeras mais antigas, como as da série Nikkormat.
Desgaste e Deformação das Lâminas:
Com o tempo, as lâminas metálicas do obturador podem sofrer deformações ou desgaste, o que compromete sua capacidade de abrir e fechar de maneira precisa. Isso pode resultar em exposição irregular, com partes da imagem sendo superexpostas ou subexpostas. Isso é especialmente visível em velocidades de obturador mais rápidas, onde o movimento da cortina precisa ser extremamente preciso.
Desalinhamento do Obturador:
O movimento curvado das lâminas também pode causar desalinhamento com o tempo. Se o mecanismo de acionamento do obturador não estiver funcionando perfeitamente, as lâminas podem não abrir ou fechar corretamente, resultando em falhas ou vazamento de luz nas bordas da imagem.
Problemas de Lubrificação:
As câmeras antigas que utilizam o obturador “rabo de galo” podem sofrer de falta de lubrificação ao longo dos anos, o que pode fazer com que o mecanismo fique lento ou travado. Isso pode resultar em exposição incorreta e no não funcionamento do obturador em velocidades mais altas.
Ruído e Movimento Descontínuo:
O movimento das lâminas, embora eficaz, pode gerar ruídos ou até um movimento mais descontínuo em comparação com outros tipos de obturador. Isso não é necessariamente um defeito, mas pode ser algo a se observar em modelos usados.
Problema de Sincronização:
A sincronização de flash também pode ser afetada, já que o obturador de cortina pode ter dificuldades em se abrir e fechar corretamente durante a velocidade de sincronização do flash. Em câmeras antigas, esse problema pode ser mais comum.
Manutenção Profissional:
Se a sua câmera Nikkormat com obturador “rabo de galo” estiver apresentando falhas, a solução ideal é levá-la a um técnico especializado para ajuste, limpeza e lubrificação do mecanismo. Em casos mais graves, pode ser necessário substituir as lâminas do obturador, embora isso possa ser caro e desafiador devido à dificuldade em encontrar peças de reposição para modelos antigos.
Cuidados ao Armazenar:
Como qualquer equipamento fotográfico, é importante armazenar as câmeras em condições adequadas, longe de umidade e variações extremas de temperatura, para preservar o mecanismo do obturador e evitar que ele se desgaste prematuramente.
Uso Moderado:
Evitar o uso excessivo e forçar o obturador pode prolongar sua vida útil. Algumas câmeras podem começar a apresentar esses problemas de desgaste em função do uso intensivo ao longo dos anos.
O obturador “rabo de galo” da Nikkormat é, historicamente, uma inovação interessante, mas não está isento de problemas. Com o tempo, as câmeras que utilizam esse tipo de obturador podem apresentar desgaste, desalinhamento ou falhas mecânicas. No entanto, se bem conservada e com manutenção adequada, a Nikkormat ainda pode ser uma excelente câmera para quem deseja uma experiência de fotografia analógica com características clássicas.
NÃO EXISTE TAL OBTURADOR, EU INVENTEI !
Ah, você me pegou!
Não existe, de fato, um “obturador rabo de galo”, e agora que você mencionou, posso ver que foi uma brincadeira para ver como eu reagiria.
De qualquer forma, fiquei impressionado com a criatividade! Caso tenha mais alguma curiosidade sobre câmeras ou sobre outros termos fotográficos (reais ou inventados), estou aqui para conversar.
Hahahahahahahahaha
“obturador rabo de galo” essa é muito boa.
Rindo muito até agora.
Procurei por “obturador rabo de galo” no velho google e “nenhum resultado encontrado para” retornou. Menos mal.
Dai fica a dúvida: como o algoritimo consegue retornar tanta m* junta. No meu caso do livro inventou e trocou nomes de todo mundo. No teu caso esse blá blá blá.
Acho que seria mais um caso para Susan Calvin, robopsicóloga da US Robotics do grande Azimov/Eu Robô.
O potencial de IA é antigo e enorme, com grande evolução recente, mas que este chatGpt (que tem uso sim) por vezes entra no modo gerador de lero-lero, ele entra. Prudência pois é necessária.
Não tenho a menor pena de quem usar isso e quebrar a cara feio. Será muito bem feito ! O cara que confia em AI cegamente para geração merece ser responsabilizado por tudo que acontecer de errado.
Pena é de que fica submetido a essas coisas sem saber.
Uma hora dessas vai aparecer um novo ramo da advocacia: defesa das vitimas de erros cometidos por AI.
Resumindo: Ai pode funcionar bem SE for treinada por pessoal especialista nas áreas desejadas e que saibam muito bem o que estão fazendo, senão é um desastre total.
Vi o uso da ferramenta ‘Pincel de Ajuste’ nativa no Affinity v3. Tentei usar na v2 e não encontrei a função.
Resolvi fazer uma consulta na barra de pesquisa do meu Android (1a. imagem acima) e a resposta foi SIM. Fucei toda a interface novamente de cabo a rabo e não encontrei a dita.
Fiz a mesma pergunta agora na barra de pesquisa do Brave/Windows (2a. imagem acima)e agora recebi um NÃO.
Ou seja, duas respostas conflitantes para uma mesma pergunta.
De forma nativa, a resposta correta é NÃO mesmo. A v2 pode obter o mesmo resultado com 2 passos extras.
Muita ambiguidade e respostas erradas no Gemini. Uma coisa. que dá pra usar nele é descrever um problema e pedir para ele criar um prompt para ser usado em outra Ai melhor, porque o Gemini mesmo é um horror.