Cara a própria Ricoh sempre foi um fabricante peso-pesado em um monte de áreas interessantes da fotografia.
Quem inventou o pixel-shift foi a Ricoh, e lançou na RDC7 no ano 2000.
Fora uma série de câmeras compactas de filme fenomenais R1, GR1, GR21 e conceitos bem interessantes como as Ricoh GXR, as primeiras digitais modulares, e depois a excelente série Caplio.
Os outros grandes inovadores foram a Konica, a Minolta e a Olympus.
O resto, mais especificamente Canon e Nikon não criaram nada novo que fosse realmente significativo.
Fotografo com filme sim. Cada um com sua mania (no ditado popular e na cabeça de minha mulher, o um é um outro termo)
Filme pb revelo eu mesmo na maioria das vezes. Negativo cor levo para o lab e mando logo digitalizar em baixa resolução. Diapositivo é inviável no RJ.
Quando vale a pena capricho na digitalizacao de um ou outro fotograma.
Quando passo para papel é tamanho médio na maioria das vezes: 15x21cm para a foto em uma folha 20x25. Fica com uma moldura generosa e a área maior na parte de baixo dá para escrever alguma informação relevante. O volume destas folhas impressas está aumentando no armário.
É uma atividade do tipo ame ou odeie, onde o processo slow down tem peso maior que resultado alcançado.
Tem gente aqui no fórum com mais rodagem que eu e todos dispostos a ajudar.
Tenho câmeras de filme 35mm no armário e sei que tens lente m42. Se quiser experimentar manda uma MP.
cf., veja se convence o cara lá deixar você acompanhar pelo menos parte do processo. A imagem brotando de um folha branca sob a luz vermelha, não se esquece nunca. Magia. Transcende a química.
Pretendo fazer um curso de ampliação em breve pra acompanhar tudo, para mim é inviável acompanhar com eles por causa do tempo que infelizmente anda curto pra mim.
Não é só na Pentax, as lentes da Sigma não se dão bem com sistemas DSLR, Nikon, Canon, Pentax e outras rsrsrs tudo que o foco for “phase”. No caso de foco por contraste, isso não chega a ser um grave problema, mas Sigma e autofoco são coisas que não combinam rsrsrs
Sempre fui meio crítico da Sigma nesse aspecto , mas reconheço a inovação que eles causaram no mercado em 2013-2014, obrigando Canon e Nikon a se mexerem. A Canon por exemplo teve ótimos lançamentos nesse período de objetivas. Mas o foco segue sendo o ponto fraco das Sigmas, mesmo na linha Art.
Não faz nem medo, bem mais fácil eu comprar uma Fuji.
Apesar de terem a mesma % de mercado, a Fuji encontrou um nicho de mercado bem lucrativo, não periga sair tão cedo do cenário.
Realmente, não são nem um pouco baratas. Mas as específicas para digitais que tenho ou tive oportunidade de usar são fenomenais, a DA 35/2.8 Macro é tão absurdamente nítida que as vezes incomoda, assim como a DA 70mm 2.8.
As zooms categoria “kit” são melhores do que qualquer zoom já feita para Nikon ou Canon, chegando perto das Fujis.
O que eu não gosto em algumas é o sistema de motor no corpo, barulhento, mas pelo menos rápido.
Falando em Sigma, a 30mm F1.4 Art funciona muito bem na Pentax. Essa é uma das que valem a pena caçar.
Pior que é verdade. Mas tem um atenuante: retrocompatibilidade com lentes pentax takumar, SMC K, M, A, … das décadas de 60, 70, 80, … sem eletrônica realmente mas boas pra caramba. Meu interesse em Pentax atualmente é nesse sentido.
Com certeza, principalmente as teles. O dia que você experimentar uma 150 F4 da Pentax teu queixo irá cair. Todas essas 135,150,200 com abertura máxima F4 são absurdamente boas, sejam as Takumars M42 ou as Pentax-M.
Mas isso de serem caríssimas aplica-se apenas às digitais. Já as manuais, você acha por preço as vezes irrisório.
A SMC Pentax-M 135 3.5 eu comprei por R$150. Acho essa lente sensacional, e te garanto que é melhor em qualquer abertura do que a Canon 70-200 F4 L.
Eu tenho uma Super Takumar 200mm f/4, mas infelizmente não achei ela isso tudo, não. Comparada com minha Nikon AI 180mm f/2.8, ela perde feio. Tenho que desapegar.