Nikon D3200 - Dúvidas de utilização

Oi gente!

Abri este tópico, para centralizar aqui todas as minhas dúvidas da Nikon D3200. Além da lente dela a Nikon AF-S nikkor 18-55mm VR DX, também comprei 2 lentes: Nikon AF-S nikkor 50mm e Nikon AF-S nikkor 55-300mm VR DX 1:4.5-5.6 G ED. Para fotografar a noite, comprei o Flash Yongnuo YN568EX, e 3 filtros, 1 para cada lente.

A minha antiga máquina era uma Panassonic Lumix DMC-Lx2, maquininha boa. Até então o que eu conhecia de “usar máquina digital” era usar esta máquina. Há muita diferença nesta migração, e estou cheio de dúvidas, que para vocês serão simples, mas para mim são coisas insolúveis! Conto com a compreensão de vocês para me ajudar! :slight_smile:


Agora vamos as dúvidas de utilização da máquina:

  1. Qualidade e tamanho da imagem

A máquina salva JPG nestes tamanhos
Grande: 6016 × 4000 (24.1M)
Médio: 4512 × 3000 (13.5M)
Pequeno: 3008 × 2000 (6.0M)

Nem sempre eu preciso da foto em RAW, ou com 24 mega pixeis. Se eu colocar ela para salvar como JPG pequeno, esta imagem será pior que um JPG grande?

  1. Foco automático, não parece focar perfeitamente
    Tenho usado o foto automático, e observado que muitas fotos que eu fiz, apesar da máquina fazer aquele barulhinho do foco e dar tudo certo. Quando eu vejo a foto em 100% do tamanho os objetos não estão focados, exceto se for um close ou algo que estivesse bem perto da lente, quanto mais distante mais desfocado parece ser. Porém, reduzindo a imagem para 1920px de largura a mesma foto parece estar mais nítida. Mas isto é devido a redução sumir com os detalhes. Inclusive eu tenho uma impressão que a Panassonic focava muito melhor que a Nikon, as imagens pareciam mais nítidas. Mas ainda não fiz um teste com as 2 para comprar.

Esta diferença do foco procede ou é impressão minha?

  1. Usando o monitor da máquina
    Se eu tirar as fotos usando o monitor da máquina, o autofocus fica terrivelmente lento, e na maior parte das vezes não consegue focar. As fotos tiradas também demoram mais para concluir. Eu achava que a máquina era contruída para usar o monitor se eu quisesse, mas meu filho disse que ela é otimizada para usar o visor. Isto é verdade, posso dizer adeus as fotos olhando na tela?

Outra coisa importante, o monitor ao vivo da máquina, não mostra a imagem como ela vai ser fotografada. Por exemplo, se eu coloco uma foto com 1/900 dentro da sala, no monitor mostra tudo, e a foto sai quase preta. A NIkon não mostra o da maneira que vai ficar não? A Panassonic mostrava exatamente como iria ficar. De vez em quando eu faço comparação, mas é porque é o que eu estava acostumado a usar.

  1. Tempo de bateria
    Estou achando que a bateria tem durado muito pouco, pouco demais. Nem chego nas 150 fotos e acaba a bateria, ela diz que tem 20% e não pode mais liberar o obturador. Se eu usar o monitor da máquina, dura menos ainda.

Obrigado gente!

  1. Considere fotografar em RAW (ou RAW+JPG) e sempre em tamanho máximo. Um dia você pode querer estudar, e um tratamento no arquivo RAW pode gerar imagens muito diferentes daquelas em formato JPG.

  2. Poste alguns exemplos, com pelo menos duas lentes, o EXIF completo e seus comentários.

  3. Quando você usa o live-view (fotografar pelo LCD) o sistema de focagem muda, esse não é o forte dessas câmeras. Sobre o preview de como ficará a foto, aprenda a ler e utilizar o fotômetro, conforme ajusta manualmente as configurações da máquina/lente. Leia várias vezes o manual e busque outros materiais para entender as formas de medição dela conforme as situações.

  4. Depende muito do que você faz. Ficar visualizando as fotos, fazer o motor de foco das lentes trabalhar bastante, cargas de flash, utilizar o live-view, tudo isso consome demais a bateria. Considere também comprar pelo menos uma reserva.

São só minhas sugestões, aguarde outras opiniões por aqui.

:ok:

  1. até onde eu sei a qualidade da imagem será a mesma, caso você não precise manipulá-la demais na pós. Se tudo o que você fotografa sai “pronto” da câmera, e você não imprime nada maior que 15x18, o small é mais que suficiente.

  2. talvez seja a qualidade da lente, ou ainda seja uma tremida (obturador lento) ou ainda pode ser que você esteja, com aberturas enormes e, entre a focagem e o clique, você aproxima ou afasta um pouco do assunto… ou foca e reenquadra… isso muda a qualidade do foco.

  3. uso o live muito pouco, então me abstenho de opinar…

  4. se esse numero de clicks é fotografando normal, sem abusar de ver as fotos e sem usar o live, sim, está acabando rápido… mas acho que o que está consumindo sua bateria aí é o live view…

Pelo equipamento que ele comprou, faz mais sentido pensar que ele deseja estudar (pelo menos um pouco).
Nunca vi uma sugestão dessas. Uma foto gravada em Small é muita informação perdida pra sempre.
É como comprar um carro V8 e mandar o mecânico desligar alguns cilindros, o suficiente pra ele continuar andando.
Se eu estiver enganado e ele continuar usando tudo isso aí no verdinho, fazer imagens a 6MP e nunca lançar mão de uma pós, então ele poderia continuar com as saboneteiras… :ponder:

Oi gente!

Obrigado pelas respostas. Quando for dúvida de foto, vou postar um exemplo.

Ontem mesmo a bateria de noite acabou em quanto eu escrevia o tópico. Estava lendo o manual, e tem um detalhe que diz que devo carregar a bateria e usá-la imediatamente, que ela vai descarregar com o tempo. Eu sinceramente esperava muito mais nesta parte da bateria. Farei um teste, agora não vou usar o live view nenhuma vez e segurar o dedo longe do foco, acostumei na outra máquina ir me posicionando e ajustando o foco o tempo todo, nela a bateria durava quase 1 semana.

Bateria com mais carga
Procurei no manual mas não achei referência para outra bateria, só fala da que vem com ela a EN-EL14 (1030 mAh).
A Nikon tem outro modelo de bateria com carga maior “sem ser o batery grip”?

Existe Batery Grip
Como funciona o batery grip? Eu procurei no site da Nikon, mas não encontrei para a D3200.

Obrigado!

concordo plenamente.

quem disse isso, tá louco! :doh:

mas analisando friamente a pergunta dele: Se eu colocar ela para salvar como JPG pequeno, esta imagem será pior que um JPG grande

e a minha resposta foi que, em qualidade da imagem, eu creio que não, mas que ele perderia a possibilidade de fazer a pós e de imprimir grande… não foi um conselho do tipo “faça assim” e sim “se quiser abrir mão disso, pode fazer assim”

creio que a forma como escrevi deu margem para a interpretação: que tonto, aconselhando o cara a perder dados…

No site da Nikon diz que a carga da bateria dura em média 500 clicks. não sei se considera live view, flash, etc…

Nem é isso, daqui uns anos ele corre o risco de não ter mais essas informações pra recuperar, se começar a se aventurar em PP & raw.
Não é questão de interpretação, é que no início não se tem nem como ter essa visão.

É como a questão do P&B: todo livro/revista que eu leio reforça o coro de nunca se fotografar direto em P&B na câmera.

É melhor ter os dados originais e descartá-los em tratamento. Recuperar o momento é impossível.

  1. Vou abster de responder pelo fato da discussão (no bom sentido) já estar rolando aqui.

  2. Há muitos fatores que podem fazer o foco estar errado, ou aparentemente errado. Como disse fs_isa, é melhor postar a foto com EXIF completo para melhor avaliação. Mas por exemplo, se as fotos que vc fez com foco errado tenham sido feitas com a 50mm em f/1.8, pode ser que a profundidade de campo tenha ficado tão curta que qualquer pequena mudança de posição da câmera pode mudar o plano focal. Isso não acontece com compactas e SZ, por conta do sensor pequeno e grande profundidade de campo. Pode ser obturador lento, como disse o althoffj, que faz a foto ficar tremida e sem nitidez.

  3. Sim, seu filho está certo. DSLRs tem o liveview apenas como um quebra galho para fotos, são otimizadas para o viewfinder. O viewfinder tem sistema de AF em fase enquanto o AF do liveview eh por contraste. Se o objetivo era fotografar prioritariamente com o liveview, era melhor ter pensado em uma mirrorless. Alias, a única DSLR do mercado que tem um ótimo autofoco pelo liveview é a 70D da Canon. O liveview também não da a prévia de como vai ficar a foto.

  4. 400 a 500 clicks de carga é em situações ótimas de uso, sem usar o LCD (para o liveview, visualização de fotos, uso dos menus). Tudo isso consome bateria que acaba por diminuir a autonomia da câmera.

Mas a 70D em live view também não é nada rápida, tem um burst que eu estimo em 0,5 foto por segundo.

Em algumas máquinas da pra ver uma prévia da exposição usando o botão de DOF preview.

Pois é, a 70D resolve o problema do AF em liveview, mas não resolve o burst nem o shutter lag.

Oi gente!

Queria ter respondido antes, mas não consegui.

Sim, eu quero e já estou estudando fotografia, antes mesmo da minha máquina chegar já estava lendo muito a respeito. A intenção é tirar fotos de qualidade profissional com o tempo.

Foi uma boa discussão (no bom sentido é claro) do tamanho do arquivo e da importância de mantê-lo. Mas eu só queria falar que a questão do tamanho da imagem, seria apenas para fotos que eu tiro que não são nada de especial, são testes, fotos a toa para ver a iluminação, foco, profundidade, etc. São aquelas levas de 100 fotos tiradas em 30 minutos do mesmo assunto, que no final, nem agente sabe porque fez aquilo, srsrsrsrsrs. Nada que eu queira guardar, se uma sai boa no máximo serviria para postar no facebook. As fotos de passeios, ou qualquer outra coisa que seja boa para guardar, sempre vou usar o formato raw.

Por exemplo, outro dia eu passei todo o tempo do meu almoço tirando fotos testando o filtro polarizador, quando percebi estava na hora de voltar. Mas eram tantas fotos raw, deu quase 1 giga, iria demorar muito para transferir da máquina para o pendrive. Eu não gosto de andar com o pente da máquina para cima e para baixo, vai que queima? Só tenho ele. Resumindo, voltei para o serviço sem as fotos que eu sacrifiquei o almoço para tirar. Este lote de fotos, se tivesse salvo em jpg pequeno passaria rápido para o pendrive.

Em nenhum momento eu estava pensando em passar só o tamanho pequeno não… Na verdade estou gostando até muito do raw, formato que eu sempre tive, mas não usava na outra máquina, até porque eu já tinha dominado 100% da Panasonic. A muitos anos só usava foto manual com ela, e tudo que eu tirava sempre saia como eu queria (claro que salvo as limitações da maquina e do famigerado flash). Já com a Nikon, vou ter que comer muto angu até conseguir o mesmo aproveitamento. Em quanto isto, vou editando no Raw, mas preferia muito não ter que editar. Sempre tive a opinião que a foto deve ser tirada sem precisar de retoques. É um desafio e tanto né? hehehhe mas chego lá.

Eu também sou contra salvar a foto original com efeitos, igual ao PB ou qualquer outro. Tenho a mesma opnião sobre “o momento” não poder ser refeito.

Eu também lí sobre isto no manual dela. São fotos tiradas a cada 30 segundos, com foco manual e depois com foco automático, assim e assado… Mas eu estou achando esta especificação deles muito surreal, bem diferente da prática. Na minha cabeça, eu imaginava: – São 500 cliques nas condições XYZ, mas eu não vou usar ela assim. Haaa… mas se não usar como eles, “deve cair só um pouquinho a capacidade da bateria” . Me enganei completamente :aua: Diminui muito! Não dá nem 180 fotos utilizando o liveview toda hora e tirando foto por ele. Vamos ver agora quanto tempo vai durar sem usar ele. Eu estava tanto querendo comprar uma unidade wireles para a máquina, mas o manual já diz que com ela reduz a capacidade da bateria, estou até com medo agora, de comprar.

Tudo bem, se a máquina não é otimizada para o liveview, é uma pena porque eu já estava completamente acostumado a ver a imagem exatamente como iria ficar antes de tirar a foto, até imaginava que isto era uma função comum em tudo que é máquina profissional ou semi profissional. Bom, agora se não dá mais para ser como antigamente, vou me adaptar aos novos métodos, eu não ligo de nunca mais usar o liveview, os benefícios da DSLR superam este problema.

2) Foco automático, não parece focar perfeitamente – continuação
Eu naquele dia, estava usando a 50mm, e algumas fotos foram realmente com abertura de 1.8, outras de 5.6, a velocidade média entre 1/125 a 1/50, o dia estava nublado… Neste final de semana vou sair para fotografar a cidade com a 18-55mm. Deu um modo geral, “se” tivesse boas condições para ela, qual é a abertura boa para não dar tanto problema no foco?

Na Panassonic, eu costumava usar 1/125 para a foto não sair tremida. Mas usando a mesma velocidade com a Nikon tive a impressão de ter tremido em várias fotos, pode ser devido ao novo peso da câmera. Em fim, esta é uma boa velocidade ou para evitar o tremido é melhor usar mais rápida?

5)Bateria com mais carga
Existe outro modelo mais potente de bateria para a D3200 alguém sabe? Tipo uma bateria com 2X mais carga?

Obrigado gente!

Bom, vamos lá:

Esse é um dos mitos que adoro desconstruir. As vezes tem-se a ilusão que a foto captura realmente a realidade como ela é, e que qualquer tratamento faz ela perder esse caráter, como se fosse uma trapaça. Vou separar aqui duas coisas distintas. Uma é o tratamento (cores, contraste, curves, nitidez) e outra é manipulação (tirar e colocar elementos na foto). Não vou entrar no mérito da segunda, porque mesmo mudando a foto original, ainda acho que a manipulação tem sem lugar, sobretudo em publicidade.
Quanto ao tratamento, sempre considero que toda foto tem tratamento, exatamente porque o dados que o sensor capta sempre precisam ser interpretados para gerar a imagem. Ou seja, quando vc tira a foto, o sensor entrega um bolo de informações em camadas RGB para o processador (o RAW) e o processador compacta essas informações em um arquivo de imagem bitmap (JPEG) de acordo com os parâmetro pré-estabelecidos pela câmera (ou os pictures styles que existem nela). Ou seja, cada picture style são parâmetros de cores, saturação, contraste, nitidez, que os fabricantes colocaram na câmera para aquilo que eles julgam que um usuário médio gostaria. Mas caso vc não seja um usuário médio, vc informa para a câmera que ela não precisa fazer o JPEG, porque vc tem seus próprios parâmetros para interpretar as informações do RAW para atingir o resultado que VOCE quer, e não o que o fabricante acha que é melhor para você.
Pós produção faz parte da fotografia e a grande maioria das lindas fotos que vc vê por aí passou por esse processo para chegar ao resultado que o autor achou que a foto deveria ter.

O LCD consome MUITA bateria, e este é um dos vários motivos que torna mais vantajoso utilizar o viewfinder ao invés do LCD.

Não existe receita de bolo para utilizar a abertura do diafragma. Até porque ela é apenas um dos fatores que mudam a profundidade de campo. Ela varia de acordo com
1)Abertura do diafragma (quanto maior a abertura, menor o DOF)
2)Distância focal (quanto maior a DF, menor o DOF)
3)Proximidade do assunto (quanto mais próximo do assunto, menor o DOF)

É só lembrar que, depois de juntar os três parâmetros, se lembrar que quanto menor for o DOF, mais cuidado vc vai ter que ter para cravar o foto onde vc quer e não mudar o plano focal depois de focado. Com um DOF muito grande, a preocupação é menor.

Quanto a velocidade de obturador, tem uma regrinha que ajuda ter um pouco de segurança para não tremer a foto. Tente usar a velocidade do obturador sempre em 1/distância focal. Se é 50mm, seria 1/50 de velocidade mínima para não tremer. Mas como sua câmera tem fator de corte de 1,5x, a velocidade seria de 1/(50x1,5) = 1/75. Lembrando que isso não é regra, se tiver uma mão bem firme pode usar velocidades mais lentas. O VR possibilita abaixar muito a velocidade também.

Até onde eu saiba não. A bateria usada pela nikon D3200 é a EN-EL14. Bateria que permite o dobro de fotos é a EN-EL15, mas que é da D7000, D7100, D610.
Mas vc pode comprar baterias reservas também.

Se me permitem, essa questão do autofoco pelo live view da D3200 ser problemático (lento, impreciso, etc)… Como ficou na D3300? Melhorou? Está perto do desempenho de uma mirrorless?

Oi gente!

Só para terminar o assunto da quantidade de fotos por recarga da bateria. Usando a máquina sem acionar o liveview, exceto apenas para mecher nas configurações, e revendo o mínimo possível de imagem, consegui tirar “1ª contagem 339 fotos” e na “2ª contagem 397”. Só fiz 2 recargas, não posso dizer mais que isto. Pelo menos já aumentou muito do que usando o liveview.

Conforme havia dito, que iria centralizar aqui minhas dúvidas, já aparece outra.

Como funciona o botão AE-L/AE-F? Eu li o manual, consegui fazer ele travar a exposição, apontei para uma área muito clara, apertei ele, e mirei para uma área mais escura, não mudou a exposição, pude focar novamente. Mas eu não consegui travar o foco. “Como faço para travar o foco com ele”?

Outra dúvida, é que toda vez que uso o timer, aparece AE-L no cantinho do visor, isto é padrão, ou será que estou fotografando com AE-L travado? Foto sem o timer não aparece o AE-L.

Obrigado!

O problema da D3200 é que ela não tem ajuste fino de foco da lente. Eu tive uma D3200 e uma D7100 juntas e TODAS as minhas lentes precisaram de um ajuste fino na D7100, deduzo que a D3200 só escaparia dessa necessidade por milagre, mas nada podia ser feito para ajustar o foco! Sem o ajuste as fotos eram boas sim, mas depois que ajustei na D7100 melhorou bastante a qualidade e a velocidade da focagem.

alcure,

que mal lhe pergunte, o que é ajuste fino, como se faz isto?

obr,

Ajuste fino é pra correção de back e front focus. Ou seja, quando a lente teima em só focar um pouco a frente do assunto (front focus) ou um pouco atrás (back focus), vc tem que fazer o ajuste fino pra corrigir e fazer ela focar no lugar certo.

Na D7100, vc entra no menu, MENU DE CONFIGURAÇÂO (a chave inglesa), Ajuste fino de AF, pra fazer.
Pesquise como se faz o procedimento. Apesar de simples, é BEM metódico.