2. Aproveito pra sugerir para quem ainda não assistiu e tem dúvidas nessa área, um curso online que assisti semana passada na Eduk. O nome é Gerenciamento de Cores para Fotógrafos, ministrado pelo Clicio Barroso. Muito bem explicado e abordando vários assuntos como calibração de monitores, perfis ICC, espaços de cor, perfis de impressoras, impressão, papel. Lógico que se quiser a pessoa pode ir muito mais a fundo no assunto (como o Pictus) mas assistindo a esse curso, com linguagem fácil e excelentes explicações (o Clicio saca muito de impressão, entre outros assuntos) consegui nanar muitas das minhas dúvidas.
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Não ganha nada passando de Adobe RGB/sRGB para ProPhoto RGB.
No meu teste do primeiro post o Adobe RGB era 99% suficiente
para a impressão em papel tipo mate.
Para a galera que gosta de tratamentos mais sofisticados
trabalhar em Prophoto RGB é vantagem em algumas situações…
Exemplo usando o arquivo https://www.flickr.com/photos/10986424@N02/8835256321/in/album-72157623093524617/
E a action Teste_sRGB_ProPhoto
A action vai separar a cor e luminosidade e depois juntar de novo, se rodar a action
em qualquer espaço de cor menor do que ProPhoto RGB, o resultado não é igual ao original.
Para conferir é só tirar a visibilidade do grupo, se rodar em sRGB o resultado vai ser como
nesta GIF animada.
Considero o ideal trabalhar tendo em vista qual vai ser a saída…
Se vai ser sRGB, mas está trabalhando em ProPhoto RGB converter o
RAW já dentro dos limites do sRGB, digo tomando cuidado com as
altas luzes e regiões mais saturadas, deste modo ao converter de
ProPhoto RGB para sRGB não vai estourar nada…
Na verdade alguns impressores dão uma valorizada a mais, insinuando que chega quase no gamut ProPhoto, mas não vai.
A enorme vantagem do ProPhoto são nas grandes impressões, 40x60,50x75, 60x90,etc. Os gradientes acredito que vão ficar bons em AdobeRGB
Não sei o volume de fotos e espaço de armazenagem, mas eu guardaria minhas fotos (na verdade não, mas por merecimento e não lógica) em RAW, de repente se tem um salto no algorítimo de processamento e dá pra tirar proveito nas fotos antigas
Estou estudando edição no LR + PS mas sem entrar nesse assunto de Prophoto, RGB ou sRGB …
mas pensando que se vou usar para varias finalidades … (apenas internet, impressão simples … e alguns eventuais em impressoras que chegam no prophoto) não seria vantagem "revelar a foto sempre em prophoto desde o LR) e na finalização no PS salvar os formatos que vai usar mas sem descartar a edição de nenhum formato?
edito em prophoto salvo … e com as necessidades mais simples salvar também no RGB e sRGB?
não sei se estou viajando, estou no trabalho e nunca me atentei nos formatos e como salvar em diferentes espaços. estou no inicio de edições, a ultima vez que vi um LR e PS aberto foi a uns 9 anos.
Valeu Pictus, sempre elucidador!
Vou estudar mais esse assunto e olhar com calma os testes que vc postou.
Bem os tamanhos que provável irei fazer.
Guardo todos os arquivos RAW originais e as imagens tratadas ( com junções para panorâmicas, fusões de exposição e/ou DOFs diferentes ) em PSD com AdobeRGB 16 bits. O que ocorre é que, muitas vezes o resultado alcançado nesses junções é demorado e trabalhoso, de modo que prefiro salvar esse final com a melhor qualidade possível.
Valeu!
Como dizia o meu professor: Sempre guarde a sua foto, tratada, com a melhor qualidade que puder, pois se precisar reduzir não terá problema, já o contrário não da pra fazer :no:
Mas sinceramente ignorava esse ProphotoRGB por achar que nunca iria utilizar. :doh:
Só que um arquivo em ProPhoto RGB tratado nos limites do ProPhoto RGB, muito provavelmente
vai estourar as regiões de altas luzes/super saturadas ao passar para sRGB, em situações limite
considero melhor resolver no RAW, mas cada um tem seu próprio workflow…
Poderia dar uma explicada nos outros padrões que estão sendo adotados nos monitores, ta aparecendo DCI-P3, REC 2020, REC 709.
Virou uma sopa de letrinhas…
Não convertam os arquivos para os perfis de impressão.
Cada um trabalha de um jeito, mas é bom separar oq é arquivo de tratamento do arquivo de impressão.
Exemplo, vc pode imprimir uma foto por diversas vezes, em diversos equipamentos diferentes.
Trate e mantenha seu arquivo no maior espaço, ProPhoto por exemplo, e vá criando arquivos específicos para impressão.
Lembrando também que vc não precisa converter o arquivo para determinado perfil, vc pode simplesmente Linkar o perfil para o PS usar. Pq se vc converte, vc muda os valores, se vc 'linca" o PS faz a interpretação.
Uma ferramenta legal do PS é o “aviso de gamout” onde o PS te mostra quais cores o arquivo tem que estão fora do perfil de impressão.
Recentemente comprei um monitor que é 99.1% DCI-P3 e 99% Adobe RGB. Não estava muito a fim de usar Adobe RGB e, lendo esse artigo, cheguei à conclusão de que, pro meu uso, realmente não seria uma boa ideia:
Em resumo, o DCI-P3 (Digital Cinema Iniciatives - Protocol 3) é um padrão feito pra reprodução em telas modernas. Dificilmente veremos uma TV compatível com Adobe RGB, mas o alvo das TVs de alta definição hoje em dia é o DCI-P3. Até mesmo têm como padrão a ser alcançado.
Mas ainda preciso aprender a manter meus fluxos de trabalho pra manter o espaço de cor.
Por coincidência, o Peperaio (que é um youtuber) percebeu que existe um nicho aqui no BR onde faltam avaliações mais especializadas de analise perfil de cores e calibração de monitores. Então ele vai começar avaliar a qualidade de monitores do mercado nacional, analisando espaço de cor etc… inclusive dos modelos white label.
Neste vídeo inicial ele demonstra o procedimento técnico que vai usar, e fala tbm sobre relação entre espaços de cor, além de demonstrar SFTWs mais modernos e atualizados para calibração; vale a pena assistir.