Quanto pode render um filme escaneado?

Ah, só pra dar uma ideia, esta é a imagem completa daquele crop que eu postei. A qualidade da imagem não é muito boa, pois a foto foi feita com celular. O teste foi impresso em papel comum e pregado na parede para que fosse fotografado.

http://imageshack.us/a/img839/1158/03q4.jpg

http://imageshack.us/a/img189/1391/nt8p.jpg

Quanto ao negativo descobri esta imagem abaixo na internet, feita numa Leica M6 e filme Kodak Ektar 100 (35mm) e digitalizada num drum scanner de 11000dpi. Pela análise da imagem cheguei a conclusão que com este negativo dá pra fazer ótimas impressões de até uns 60x40cm a 300dpi, o que daria um arquivo de 7200x4800 pixels. O fator de ampliação é de aproximadamente 17 vezes, o que fica fácil de calcular para médio e grande formato.
A imagem completa é essa abaixo:

http://imageshack.us/a/img209/4673/noxh.jpg

Essas outras 3 são os cortes 100% que fiz da imagem redimensionada para 7200x4800 pixels:

http://imageshack.us/a/img836/8242/0vb5.jpg

http://imageshack.us/a/img163/4435/gv02.jpg

http://imageshack.us/a/img811/7923/az3w.jpg

Como a imagem possui uma granulação fina dá pra aplicar mais um pouco de sharp. Não fiz pois a imagem não foi salva na qualidade máxima do Photoshop, o que faria os artefatos de compressão ficarem bem nítidos.
A imagem está disponível em http://www.flickr.com/photos/castorscan/8027728540/ para quem tiver a curiosidade de ver.

E desculpem o excesso de imagens, mas achei necessário para exemplificar…

É são 34 MP, mas COM qualidade. E isso em um 35mm. Se pegar a imagem e tratar direito da um couro em qualquer dslr.
Eu gostaria de ver um tiff em vez de um jpeg. Os artefatos atrapalham mais que o grão haha !

Pois é. O arquivo de 9000dpi que o cara disponibilizou é muito pequenino (apenas 13,5MB) para uma imagem tão grande (13075x8858).
Ele salvou na qualidade 9 do Photoshop. Se fosse na 12 dava pra fazer um tratamento melhor. Tiff então nem se fala.
Sim, são 34MP, com qualidade em um NEGATIVO 35mm. Fico sonhando eu brincando aqui com esse scanner e meus cromos. Claro que minha F100 não é tão boa quanto uma Leica, mas eu acho que dá pra fazer um estrago… hehe
Usando um Velvia ou Provia 100 daria um resultado melhor que o negativo. Isso dá pra ver naquele corte que eu postei lá em cima (é um corte de 40MP), que tem uma uma imagem mais nítida que a do exemplo do Ektar. Obviamente, para uma comparação mais justa eu teria que ter digitalizado neste drum scanner também. Quanto a granulação, eu a adoro. Mas uma granulação bem fininha, tipo a do cromo. A granulação para mim é uma arte, é a alma da imagem. Na tela do PC nem tanto, mas impressa dá um efeito muito legal.
Um dia quando eu tirar uma foto muito boa eu acabo fazendo uma loucura de pagar algumas centenas de reais em digitalização num drum scanner, pagar mais uma nota para imprimir num tamanho de 120x80cm, colocar em um quadro e pregar na parede… kkkk

E eu tri feliz que ia comprar um V500 que “dá pro gasto” pros meus 35mm e os caras tocando pau no V700. tsc tsc tsc

Isso não se faz. É muita maldade com o cara. :frowning:

Projetores de cinema usam 35mm e ampliam daquele tamanho que todos veem.
Filmes de Steven Spielberg e James Cameron foram exibidos há anos e ainda são exibidos, com frequencia, nos cinemas nacionais, em projetores de 35mm.
Acho que isto reponde a pergunta de até quanto pode-se ampliar para projeção uma boa pelicula 35mm (slide) bem exposta e bem “fotografada” (fotografada, diga-se, várias vezes por segundo).
Mudando de filme, quando saiu o Matrix 2, na estréia, em 2003, eu cheguei atrasado no cinema e tive que sentar na primeira fila…percebi que o Keanu Reeevs tem uma cicatriz na boca (que depois fui conferir na internet pq nunca tinha percebido/sido informado sobre isto.) e dava para perceber o rosto acinzentado da barba do cara. Se uma imagem daquele tamanho fosse para um outdoor, teria uma definição muito acima do que se utiliza em oudoors. Eu não sei se aquele cinema projetava 65mm (o que duvido porque nao tinha nenhuma indicação daquele cinema ter qualidade superior) ou 35mm. Mas sei que muitos projetam e projetaram durante anos 35mm.
Posso garantir que todos que assistiram Titanic no cinema o viram em, no máximo 65mm, e náo conheco ninguém te tenha visto embaçado, interpolado ou quadriculado.
Atualmente, sim, já fui em uns Cinemark que tão embaçando a imagem (e até legenda). Aí já não sei se é culpa do cinema ou de máquina digital

É uma questão meio complicada. Temos que levar em consideração a distância que enxergamos a tela. Aquele filme 35mm usado em projeção no cinema é uma cópia de 4° geração (considerando o original como 1° geração), ou seja, tem uma qualidade bem inferior ao original, além do fato de cada quadro do filme ter uma área inferior a meio quadro de uma imagem 36x24mm. Normalmente uma boa projeção de um filme 35mm tem uma resolução de imagem por volta de 2K, ou seja, uma largura de 2048 “pixels”. Isso nem se compara a um Velvia bem fotografado e bem revelado, que pode chegar a uma resolução de 320 linhas por milímetro, ou seja, uma largura de 11500 “pixels” de largura ou 11K.
Já vi projeções digitais (2K) e cheguei a conclusão que ela tem uma imagem mais nítida que a analógica, mas por outro lado não é muito agradável ver essa imagem nas primeiras fileiras, pois dá pra perceber os pixels, além de um pouco de aliasing. Já a imagem analógica quando vista de perto tem um efeito mais suave e dá pra perceber uma leve granulação dinâmica, o que é mais tolerável de se ver. Quanto à reprodução de cor prefiro a imagem analógica, já que a projeção digital tem uma cor parecida com uma boa TV de alta definição.
Atualmente os cinemas que possuem a mais alta qualidade são os IMAX (só os analógicos), que usam filme 70mm correndo na horizontal e possuem uma área de imagem de 3400mm². Se não me engano, a cópia projetada na sala é de 2° geração, o que permite um menor grau de perdas em relação ao original.
No cinema 35mm, o negativo original possui uma resolução equivalente entre 4 e 6K. A imagem abaixo ilustra a perda de resolução e definição de uma cópia para outra (a última imagem é o que sobrou para ser projetado na tela). É importante destacar que esta imagem é uma cópia digital e como tal não reproduz fielmente o que está registrado em cada um destes filmes, mas dá uma noção. Aquele cálculo nada mais é que o MTF a 50 pl/mm. No original é 33% de contraste. Como cada filme usado para cópias transfere só 70% de contraste a 50 pl/mm, o produto indica a perda de um para o outro, ou seja, como disse o Shalders nada mais é que uma propagação de erros. O erro de cada etapa acumula o próprio erro e o das etapas anteriores.

http://imageshack.us/a/img191/2651/x606.png

Então cinema é só 2k ? :frowning:
Caramba, eu na primeira fila, em 2003, percebi os tons cinzas da barba do Keanu Reeves (que estava feita) e descobri que ele tinha cicatriz na boca…
com apenas 2k ? :ponder:
O cinema teria resolução igual ao da minha TV LCD ? :dizzy_face: É isso mesmo ?

Sim. A diferença é que a ótica usada é muuuuuito superior. Não dá para comparar uma objetiva para cinema com uma usada em TV, nem muito menos as câmeras.

Veja só isto: http://www.cst.fr/IMG/pdf/35mm_resolution_english.pdf

É uma avaliação que fizeram sobre a projeção de um filme 35mm em uma sala de cinema. A área de imagem no filme avaliada foi de 20,96x11,33mm, que é uma área padrão de projeção de um filme 35mm com relação de aspecto 1.85:1.
Os gráficos dos MTF mostram a quantidade de linhas em 11,33mm, ou seja, linhas ao longo da altura da imagem. Note que o MTF a 10% da cópia usada na projeção corresponde a 1000 linhas ou uma resolução de 1850x1000.
É importante destacar que apesar de uma TV full HD possuir uma resolução real de 1920x1080pixels, uma imagem lançada nesta tela não possuiu esta resolução toda. Isso se deve ao fato da imagem ser suavizada para evitar aliasing e efeito moiré. Portanto, se fosse feito um teste para avaliar a imagem que você vê na sua TV ela teria bem menos que 1080 linhas de resolução.
Eu cheguei a fazer uns cálculos aqui…
Assistindo uma TV full HD de 42" a 1,80 de distância da tela (isso dá uma distância de 2x a largura da tela) para que se possa diferenciar 1080 linhas, uma imagem nela deveria ter esse aspecto:

http://imageshack.us/a/img689/6538/8p7k.png

Agora para ver essa imagem de um modo mais agradável, temos que suavizá-la, gerando como consequência uma perda de resolução e definição. A imagem abaixo vista numa TV de 42" a 1,80m dá para diferenciar no máximo umas 750 linhas.

http://imageshack.us/a/img822/5867/tcfl.png

Agora eu te pergunto: qual imagem você prefere assistir?

Voltando ao cinema…

Nesse mesmo pdf mostra um teste com especialistas sentados numa sala de cinema numa distância de 1,5x a altura da tela. Na melhor das salas eles conseguiram diferenciar cerca de 850 linhas no centro da tela. A média das salas ficou em torno de 750 linhas. Isso equivale a aproximadamente uma boa tela de TV ou talvez um pouco mais, mas não assistindo qualquer coisa em HD, como telejornais ou jogos de futebol, pois nestes nem deve dar para diferenciar umas 500 linhas por causa das cameras, lentes, compressão de vídeo, etc. Falo de um filme bem gravado em Blu-ray com uma taxa de transfêrencia de dados mais alta ou outra coisa do tipo.
Já o cinema 65/70mm equivale a cerca de 4K de resolução, mas não tenho nenhum conhecimento de alguma sala funcionado no Brasil.

4K acho que só alguma sala IMAX. Ou um desses cinemas supercaros como o do Shopping Cidade Jardim, e olhe lá…

IMAX tá mais pra 8K que para 4, mas só os analógicos e que foram gravados no formato. As salas IMAX no Brasil acho que são todas digitais por causa do custo mais barato. Um rolo de filme de 2,5 horas nesse formato pesa 250Kg e tem mais de 7700 metros de extensão. Pesquisando na net agora achei que os dois rolos (um para o olho esquerdo outro para o direito) de 45 min de um filme IMAX 3D custa $ 33.000 (em 2010). Convertendo para um filme 2D de 2,5h custaria $ 55.000 ou mais de R$ 120.000 sem impostos kkkk. :eek:
Só para país desenvolvido mesmo.
Eu sei que existem algumas salas digitais no Brasil com resolução 4K, mas aqui em Brasília não sei de nenhuma.
Já assisti um filme em Blu-ray chamado Samsara. É um documentário e possuiu a imagem mais impressionante que eu já vi. O único defeito é que no BD a imagem é tão nítida que em algumas tomadas da pra ver muito efeito moiré. Este filme foi gravado em 65mm e digitalizado em 8K. Já os filmes IMAX são digitalizados numa resolução de até 11K ou cerca de 85MP. Cada quadro digitalizado com 48 bits por pixel teria cerca de 500MB ou 12GB/segundo ou em 2,5horas de filme 108TB de dados. :dizzy_face:

Mas… voltando ao assunto principal do tópico cheguei a conclusão que: quanto maior a resolução real de digitalização melhor. À medida em que aumenta a resolução de digitalização os ganhos são crescentes, embora cada vez menores até se esgotar a capacidade do filme. Supondo que um filme 35mm 36x24 tenha uma definição equivalente a 20MP, não é digitalizando com resolução de 20MP que você alcançará a resolução do filme. Para chegar nisto você teria que digitalizar numa resolução muito, mas muito mesmo superior a esta.

bom pelo não é 20MP pelo sensor bayer (RGBG), que fica interpolando 4 pontos de cores “primarias” separadas, e criando 4 pontos virtuais por interpolação !
Então a definição desses 20MP equivalem a 80MP de uma camera com sensor Bayer, certo ?
Pois o filme negativo trabalha em um processo de camadas similar ao um sensor Foveon (apesar que a Foveon optou por contar pixel como se este fosse bayer).
O sistema de camadas do filme poderia, teoricamente, até ter menos definição de cor, mas ele nao perde resolução de pontos como os Bayer (falando do filme, nao me comprometeria com o Foveon)
ah e sem filto anti-aliasing tb :smiley: que perde mais ainda

Mas se não me engano, o esquema das camadas dos filmes é relevante apenas na captação, depois quando é feita a revelação é meio que apenas uma camada (pelo menos no caso de slides), tipo, ficam apenas os grãos já pigmentados, não é? Acho que a questão de se conseguir captar a resolução (e as nuances de cor) do filme é que precisa de uma resolução de scaneamento maior.

Um fotograma 35mm scaneado a 6400dpi no V750 fica com cerca de 54Mpx…

A “equivalencia” em MP de um filme não é fácil de ser medida, primeiro porque a matriz de um sensor, seja de que tipo for é ordenada geometricamente em linhas e colunas, sendo no Bayer com interpolação de cores ou no Foveon sem interpolação. Mas é sempre um arranjo geométrico MUITO preciso, inclusive no tamanho da célula e na própria forma da mesma, seja uma célula quadrada ou hexagonal (no caso de alguns sensores da Fuji).

É justamente esta regularidade geométrica que é a maior diferença fisica entre um sensor eletronico e um meio químico como um file, seja de que tipo for. O filme não tem arranjo geométrico, os grãos tem forma e tamanho bastante aleatóreos. Aliás é por isso que não há moire.

Quando projetamos uma película, os grãos dos quadros não se sobrepõem exatamente e o cérebro combina as imagens em uma espécie de interpolação construtiva. O efeito fisiológico é diferente e é por isso que a imagem de uma película de 35mm é de cair o queixo. Em uma de 70mm então nem se fala.

Outra coisa é a quantidade de cores. Num meio digital você está limitado a “N” bits de cor (e luminosidade), já no meio químico isso não existe, as transições são infinitas.

A única maneira de uma pessoa entender é vendo.

Quanto ao 35mm escaneado no V750 a 6400 dpi, sim resulta em 54 MP, mas péssimos MP, já que a ótica do scanner não vai muito além de 2200 dpi, ou seja, não honra o filma a 6400 dpi.

Sim eu entendo… E o V750 tem 2 coisas interessantes, que eu não sei se a Epson colocou no V700 tbm:

  • diz a Epson que ele tem 2 lentes, uma delas entra em ação quando se seleciona uma resolução de 4800dpi ou mais.

  • os suportes dele tem altura variável, e desconfio que a lente também, pois quando se scaneia por exemplo com o acessório para wet scan, nota-se que o ponto de foco muda… Pois a nitidez varia bastante.

Eu noto que, se ele tivesse uma maneira de ajustar o foco, facilitaria a minha vida, e melhoraria muito o resultado, dá bastante trabalho ficar ajustando a altura do suporte tentando achar o ponto melhor do foco. Claro que, não se compara a um scanner de tambor, mas são custos muito diferentes, aliás, nem cabe uma comparação… Os Epson comparam-a aos HPs, Canon, e outros flatbed.

Lsd,

Os Epson são BEM melhores que os HPs atuais. Aliás a HP cai de qualidade a cada dia… O V700 também tem duas lentes, mas com foco fixo não tem como ir bem acima de 2200 dpi. Isso já foi medido, comentado e provado em inumeras vezes. O problema é de foco, infelizmente.

Os da Canon da serie 9000 são equivalentes mas também tem muito marketing em cima, a Canon diz 9600x9600 dpi, novamente com foco fixo, chega a ser piada.

Quando eu estava supondo esses 20MP estava falando de uma câmera que usa sensor de Bayer.
Mas pelo que eu entendi o que você falou, 80MP de um sensor Bayer não equivale à mesma definição de 20MP de um sensor Foveon.
A questão não é tão simples como você propôs. No sensor de Bayer cada pixel capta somente um canal de cor(ou R ou G ou B) e os outros valores faltantes são estimados através dos pixels vizinhos. Exemplo: um pixel que só captou o valor do vermelho ficam faltando os canais verde e azul. O valor do verde é estimado através dos pixels vizinhos que só captaram o verde e o canal azul é estimado pelos pixels vizinhos que só captaram o azul.
Agora um sensor Foveon de 20MP (ou 60MP como a fabricante gosta de nos enganar) tem aproximadamente a mesma resolução um sensor de 20MP de um sensor Bayer. É importante diferenciar resolução e definição. Resolução é a capacidade de reprodução de detalhes finos. A definição está ligada à nitidez da imagem. Isso pode ser visto no MTF. A resolução é o quanto a curva alcança no eixo “x”. Quanto mais a curva se prolongar antes de atingir o valor zero no eixo “x” maior é a resolução. A definição é a altura no eixo “y”. Quanto mais alta for a curva, mais nítida é a imagem.

Realmente não é fácil de ser medida. A maneira mais fácil de se comparar a definição da imagem de um filme com uma câmera digital por exemplo é através da integral do MTF, ou seja, quando a área abaixo da curva do MTF da imagem de um filme for igual à área de uma imagem digital podemos dizer que essas imagens possuem a mesma definição. Claro que essa comparação deve ser feita para mesma área de captura da imagem (por exemplo filme 35mm com sensor full frame). Caso contrário terá que fazer conversões.
A curva de MTF de um filme tem uma boa queda inicial, mas essa curva demora muito para chegar próxima do zero. De um sensor digital é diferente, ela inicialmente tem um valor bem alto (próxima de 100%), mas cai mais rapidamente que o filme. Portanto a melhor maneira de se comparar é através da área abaixo da curva para avaliar definições de imagens que sejam equivalentes.
Já se fossemos comparar uma câmera digital com sensor Foveon com uma Bayer, as curvas dos MTF’s chegariam juntas ao zero, mas a do sensor Foveon teria uma curva mais alta, indicando uma maior definição de imagem.

Ah, e tratando-se de sensor de imagem o MTF pode variar bastante dependendo de como o teste foi feito, devido à sua anisotropia.
Geralmente o teste é feito na situação mais favorável, ou seja, as linhas do teste fotografado coincidem com as linhas ou colunas do sensor. A situação mais desfavorável seria num ângulo de 45°(num sensor com pixels quadrados). No filme isso não ocorre pois este não possui um padrão de linhas e colunas, isto é, no filme a distribuição de grãos é bem aleatória.

Shalders (e demais), desculpem se o questionamento for fraco, mas realmente não consegui alcançar uma resposta pra isso aqui.

No caso de scan (digitalização), por melhores que sejam as transições entre cores e essa “interpolação construtiva” da película, isso tudo vai morrer na casa do digital, e lá tudo é organizado. Sendo assim, ao escanear uma película, por melhor que seja o scanner e a película em si, o máximo que se consegue chegar em imagem final é onde um bom sensor consegue, não?