SONY WORLD PHOTOGRAPHY AWARDS 2024.
Mais uma ‘condecoração’ na parede.
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Mais uma ‘condecoração’ na parede.
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Lembro de uma amiga, que, há alguns anos, disse não gostar das fotos de Sebastião Salgado porque ele usava muito dodge and burn. Um professor do curso de fotografia que ela fazia na época havia feito essa análise super profunda (#sqn) da obra dele.
Tenho colegas do meio fine art que criticaram uma exposição de quadros dele porque tinha muito ruido ao enfiar o nariz no quadro…
É mais fácil criticar do que fazer melhor.
Hehehe. Adoraria saber o nome do professor e do curso de fotografia. Melhor ainda ler a análise super profunda dele. Se tiver estas referências por favor posta aqui e deixe uma pessoa feliz.
Hehehe. Não precisa enviar o nariz no quadro para apreciar fotos ampliadas daquele tamanho.
:hysterical: :hysterical: Pra apreciar não… Mas pra achar o pixel e poder criticar, sim. :doh:
Pois é.
Tenho a teoria de que usamos esse preciosismo técnico quando falhamos em apreciar a arte.
Isso o que acho também. O cara começou usando filme ISO 400 porque não tinha nada além disso. Se precisasse de mais compensava exposição em 1, 2 EV e ajustava o tempo de revelação. Só lembrando, 2EV seria ISO 1600. Aí o grão vinha forte mas a composição e o dodge & burn ajudavam a destacar objetivo e o subjetivo da foto. Gostem ou não este conjunto acabou virando uma assinatura, e não só dele.
Rapaz, depois que ela me falou isso, eu nem quis saber quem era o professor hehehe
Tenho a mesma teoria. Apreciar arte não é trivial, nem unânime, apontar desvios técnicos é mais fácil. Muita gente vai por esse caminho.
Eu fiz questao de comprar o livro Genesis.
O trabalho do Sebastiao Salgado tem tanto conteudo, que parece um livro cientifico, de natureza antropologica.
Fora que o Sebastiao Salgado, tem muito conhecimento e se comunica bem.
eu só preciso fazer uma correção, o Sebastião Salgado usava 2 tipos de filmes, o Tri-X(que é ASA 400) e o T-Max 3200, acho que dificilmente ele puxava os filmes,
algumas fotos da Serra Pelada foram feitos com o T-Max 3200
Não sabia que era proibido nao gostar de algum trabalho do Sebastião Salgado :o
Polêmicas a parte rsrs… o prêmio é muito merecido. Preciso dizer que sou mais um apreciador do trabalho do Sebastião, tanto que tenho dois livros dele, Outras Américas e o meu favorito, de longe, o qual considero sua obra-prima: Trabalhadores.
Dito isso, acho que seus últimos trabalhos, IMO, não estão no mesmo nível dos anteriores e eu não gosto do tratamento dos PB’s do Amazônia, por exemplo.
Pronto podem atirar as pedras ![]()
Quero exemplo.
Tenho Trabalhadores.
Em tempo, não gosta de uma foto é uma coisa, se apegar a detalhes técnicos é outra.
Ok Paulo, valeu pela informação. :worship:
Mas ficamos no meio do caminho, em ISO 800, já que o P em P3200 do T-Max é de push-processed.
Em 3200 ASA não tem como fugir do grão.
Não é proibido não. “Proibido é proibir”
Na minha opinião o problema de Genesis (e que se f* minha opinião) é que o livro é muito ambicioso mas muito grande e repetitivo. Tivesse 1/3 de páginas selecionadas e estaria no topo.
O Genesis foi um projeto grandioso mesmo e, de tão extenso, ele ainda teve que lidar com a transição de filme para digital. Comprei-o na época do lançamento e é incrível ver comoe stá caro agora. O Amazonas nem me animei com os quase 1000 reais…
Pois é! Eu costumo falar com os meus amigos que critico inclusive o que gosto, nenhum trabalho é 100%.