Nikon Z9 oficialmente anunciada

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:ponder:

Agora fico pensando se toda essa tecnologia aliada a um sensor de 45 MPX será incorporada da Z7.

Poderia até tirar os recursos de 8K. Se uma futura Z 7III vier similar a Z9 e ainda contar com a opção de 4K120p (com 1 hora de gravação), eu, estaria muito bem servido.

Sobre o vídeo… ha ha ha. muito legal ver o tracking no olho do peixinho.

No vídeo sobre fotografia nesse link:

O cara de tecnologia da Nikon diz que o sistema de rastreio é capaz de diferenciar 9 tipos de objetos diferentes (carro, moto, ave, animal, pessoas, etc).

Acredito que o sistema de foco será sim incorporado a uma futura Z7III e Z6III.
Uma outra detalhe que seria muito bem vindo, é o botão lateral da Z9 para seleção de foco.

DPREVIEW
Nikon Z9 for Shooting Video – Review

A Z9 apresenta uma excelente evolução na Nikon em termos de vídeo. Não é somente pelo fato de ter 8K, mas, no geral com relação a formatos suportados, perfis e configuração da câmera.

Também acredito que a próxima geração das Z 6 e Z 7 (e; talvez da Z 5) deverá vir com o processador da Z 9 (Expeed 7 ). O sistema de AF depende fortemente da performance do(s) processador(es) que equipam a câmera. Não se trata apenas de software / atualização de firmware

No caso dos veículos, o sistema de autofoco da Z 9 também é capaz de rastrear aeronaves (aviões, helicópteros, aeromodelos, drones, etc.). Excelente!!! :worship: Fotografia de shows aéreos e de competições (corridas) aéreas é bastante popular nos países com forte tradição aeronáutica. Os Estados Unidos são, talvez, o melhor exemplo neste aspecto (são o maior mercado aeronáutico do mundo por larga margem!) mas o Reino Unido, a França, a Rússia e a Alemanha não ficam muito atrás!

Voltando agora à Z 9, eu escrevi em outro post, há algum tempo, que com esta câmera, a Nikon retornou ao jogo! E retornou em grande estilo! :worship: O “impacto” que a Z 9 causou no mercado foi, na minha humilde opinião, semelhante ao causado pelos lançamentos da Nikon D1, em 1999 e da D3, em 2007! Nos três casos vimos avanços reais tanto do ponto de vista tecnológico quanto no de performance (Nos casos da D1 e da Z9 também houve uma queda nos preços em relação ao que era praticado pelo mercado até então!).

A Z 9 ainda apresenta um diferencial em relação às duas câmeras acima mencionadas: rompeu a “tradição” existente na empresa desde 2000 - 2001, de ter duas versões da mesma câmera (ou dois modelos distintos); sendo uma dedicada à performance pura (velocidade) e a outra dedicada à “qualidade máxima” (normalmente com um sensor de maior resolução). Esta tendência chegou ao fim com a chegada da Z 9 que apresenta uma performance superior a da Nikon D6 combinada com a resolução da D850 e da Z 7 / Z 7II. Uma única câmera fazendo o trabalho de duas ou mais :clap:

Vejamos agora em termos financeiros. Usarei os preços da B&H (https://www.bhphotovideo.com) como referência (preços sem incidência de tributos):

Uma Nikon Z 9 (US$ 5.496,95) faz o trabalho de:

uma Nikon D6 (US$ 6.496,95) + uma D850 (US$ 2.996,95); ambas totalizando US$ 9.493,90

ou, se falarmos apenas em mirrorless;

uma Nikon Z 6II (US$ 1.996,95) + uma Z 7II (US$ 2.996,95); ambas totalizando US$ 4.993,90

Aqui temos uma situação bem interessante! Embora a soma dos valores da Z6 II e Z 7II seja menor que o valor da Z 9 em US$ 503,05 - desde que ambas não estejam equipadas com o Battery Grip MB-n11, que custa US$ 396,95 (a unidade) - teremos que ter em mente que a performance desta última supera em muito a das duas primeiras (somadas)!. Afinal, estamos falando de câmeras com gerações diferentes de processadores. Talvez, no futuro, com as hipotéticas Z 6III e Z 7III, usando o mesmo processador da Z 9, talvez compense, para muitos fotógrafos, ter estes dois modelos ao invés de ter uma única Z 9. Entretanto, a Z 9 continuará tendo uma ergonomia e uma resistência mecânica muito superiores às suas “irmãs” menores. :wink:

Embora alguém possa dizer que “prefira investir 500 dólares em uma boa objetiva”, um profissional que compra uma Z 9 (ou uma D6) geralmente já possui todas as objetivas de que precisa, a grande maioria delas custando 3, 4, 10 ou 12 vezes o preço de uma objetiva de meros 500 dólares. Será um caso a pensar :ponder:

Em relação às DSLR acima citadas, acredito que não há que se discutir. Uma Z 9 as supera e muito, tanto do ponto de vista técnico quanto do financeiro (incluindo o custo de manutenção, como abordarei adiante)!!!

Continuando o assunto; com a Nikon Z 9 também estamos vendo o início da obsolescência de um dos últimos componentes mecânicos que ainda existem nas câmeras; o obturador (mechanical shutter)! Os usuários da Z 9 não terão mais que se preocupar com os custos da substituição de obturadores. É um componente a menos para sofrer desgastes :ok:

Todo fotógrafo profissional (também na minha humilde opinião) deve (ou deveria) pensar nos custos de manutenção de seu equipamento ao longo de sua vida útil! Uma câmera como a Z 9 é para ser utilizada por, no mínimo, uma década! :ponder: Estamos falando de uma câmera de 45MP com performance comparável (ou mesmo superior) a de uma D6 ou de uma 1D X MkIII! Daqui a 10 anos, 45MP ainda será uma quantidade considerável de megapixels, que continuará atendendo a uma grande variedade de demandas fotográficas. Dependendo do segmento de mercado em que este profissional atua (e, claro, também da demanda) uma Z 9 poderá pagar-se em 3 ou 5 anos, exigindo manutenção mínima se comparada aos modelos mais tradicionais, incluindo ai as demais mirrorless atualmente existentes.

Em termos tecnológicos, câmeras como a Z 9 (assim como a Canon R3 e a Sony A1) provam que as mirrorless podem ser utilizadas profissionalmente, substituindo completamente as DSLR! (finalmente)

Também espero que alguns dos recursos que estamos vendo hoje na Z 9 também sejam incorporados nas futuras versões da Z 6 e Z 7 (e até mesmo na Z 5, que considero uma câmera muito equilibrada para quem está iniciando no sistema Nikon Z). Além, obviamente, do sistema de foco (que também implicará na disponibilidade de novos sensores), espero poder ver algumas soluções ergonômicas da Z 9 tais como a nova tela LCD articulada. Vendo em fotos (e um ou outro vídeo) percebi que a Nikon aperfeiçoou bastante o conceito lançado pela Fujifilm na X-T2 (em 2016) e que também utilizou na X-H1; X-T3 e em quase todas as GFX (exceto a 50R) além da rotação das informações no LCD (que a Fuji também utiliza desde 2016) e, até mesmo, no visor (viewfinder - também usados pela Fuji e pela Canon, esta nas linhas "R"e “M”).

Espero também que a Nikon comece a abolir o obturador mecânico nos outros modelos, nos próximos anos…

Só lamento uma coisa; que a Nikon não tenha lançado suas mirrorless antes, em 2015 ou 2016 :doh:. Falo de câmeras mirrorless nos formatos
APS-C
e
36x24mm
, uma vez que existia na época apenas o sistema
Nikon 1
(1"). Foi um dos motivos que me levou a migrar para outra marca. Em 2015 vendi todo o meu sistema DSLR e não me arrependi! Como fotógrafo amador, com poucos equipamentos na bolsa / estante, podia conceder-me o luxo de mudar de marca. À época eu já sabia que era apenas questão de tempo para que as mirrorless substituíssem completamente as DSLR.

Antes tarde do que tarde demais, porém… A Nikon percebeu o erro que estava cometendo (ao insistir nas DSLR :aua:) e também aprendeu com os erros (e acertos) dos concorrentes. Lançou em outubro de 2021 uma câmera que irá ditar o padrão do que deve ser uma mirrorless para uso profissional, padrão esse que deverá prevalecer, acredito, até o final da década, pelo menos! Veremos agora como o mercado reagirá. Canon, Sony e mesmo a Fujifilm certamente sentiram o impacto deste lançamento da Nikon; perceberam que a empresa ainda pode dar as cartas e ter alguns ases na manga, rsrsrs

Apesar de não usar mais Nikon, é com muita satisfação que vejo o lançamento da Z 9! Lembro-me que a Nikon passou por duas crises que quase destruiram a empresa (no sentido literal da palavra). A primeira foi o terremoto de 1923, que destruiu Tóquio e a segunda foi a última Guerra Mundial, que praticamente reduziu uma parte significativa do Japão a pouco mais que uma pilha de escombros em 1945. Em ambos os casos, ela se reergueu; saiu das crises muito mais forte do que entrou e assombrou posteriormente o mundo com seus produtos, sua expertise / tecnologia e, principalmente, com o trabalho duro de seus funcionários(as).

No aguardo dos reviews completos do Nasim Mansurov (https://photographylife.com); do Thom Hogan (https://www.zsystemuser.com) e do David Etchells (https://www.imaging-resource.com), além das fotos de vida selvagem, de aeronaves e de competições aéreas que Moose Peterson (https://moosepeterson.myportfolio.com/warbirds) fará com a Z 9 :snack:

“Banzai”; “Banzai”; “Banzai”; Nippon Kogaku!!!
:worship:

“…Qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível da magia…” (Arthur C. Clarke )

Fonte: Leis de Clarke – Wikipédia, a enciclopédia livre

Excelentes observações Fábio.

Também acredito uma câmera como a Z 9 é para ser utilizada por, no mínimo, uma década!

:worship: :worship:

Legal o que conseguiram.

https://m.dpreview.com/opinion/6960525493/nikon-z9-launch-what-nikon-means-by-a-d3-moment-and-why-they-need-one?utm_source=self-mobile&utm_medium=marquee&utm_campaign=traffic_source

Artigo interessante.

Boa tarde!!!

Acabei de ler o artigo e, sim, o lançamento da Z 9 pode ter impactado o mercado assim como ocorreu em 2007, com o lançamento da D3. Alías, escrevi a mesma coisa no post de ontem, no qual tinha também comparado com o lançamento da D1 em 1999. Aquele lançamento foi ainda mais significativo pois a D1 foi a primeira DSLR totalmente desenvolvida pela Nikon e que praticamente colocou uma pá de cal na “parceria” que a empresa vinha mantendo com a Kodak desde fins da década de 80 e que teve como primeiro resultado a câmera abaixo, apresentada ao mercado em 1991:

Kodak DCS-100

As imagens eram armazenadas na unidade que aparece conectada à câmera e podiam ser vistas na tela existente no painel frontal do aparelho. Não existia tela LCD na câmera. Todo o equipamento era carregado pelo fotógrafo enquanto fazia as fotos. O preço de lançamento, em 1991, era na faixa dos US$ 20.000,00

Voltando ao artigo, mais especificamente ao último parágrafo, concordo que a Nikon deveria lançar uma “versão Z” da D700. Entendo que as atuais Z 6 e Z 7, mesmo em uma hipotética “versão III” não atenderão aos requisitos sem extensas modificações em seus corpos. Penso que será mais fácil para a empresa projetar e construir uma câmera totalmente nova para incorporar os recursos da Z 9, com exceção óbvia da bateria, exatamente como a D700 era em relação à D3
. Tive ambas as câmeras e, tirando naturalmente a ergonomia e as baterias utilizadas, a D700 tinha todos os demais recursos (e performance) da D3.

Talvez a hipotética “Z 8” venha a ser esta câmera. Vamos aguardar… :snack:

Nikon Z 9 Buffer Tests. XQD/CFe/LosslessRAW/High Efficiency Raw

Fábio, ao ler o artigo da Dpreview lembrei imediatamente do que você postou no dia de ontem.

Também concordo que a Nikon precisa de um equivalente ao D700 na versão Z… e ontem comentei que um ponto muito importante para o meu estilo de fotografia, é o botão lateral para seleção de foco (a Z9 felizmente tem) e uma versão Mark III da Z6 e Z7 necessitarão deste e outros botões essenciais. Além, é claro, do excepcional sistema de focogem da Z9. E também acredito que essas versões (se Z6, Z7 III ou Z8) terão seus corpos modificados.

Preciso comprar um CFexpress para minha Z6II.
Estou usando os cartões SD da D750 que funcionam perfeitamente, mas é interessante usar cartões com maior capacidade de processamento.

Encontrei um artigo no sítio
Nikonland
o qual, apesar do nome, é italiano! (https://www.nikonland.it/) Um trecho do referido artigo complementa a informação passada pelo Thom Hogan e que foi citada acima. Em uma tradução “mais ou menos livre” (rsrsrsrs) para o vernáculo, ficou assim:

"…A Nikon é uma empresa que por vocação produz máquinas para a indústria de precisão

O novo scanner de imersão Nikon ArF NSR-S636E expressamente projetado pela Nikon para a produção de sensores empilhados com um novo processo de alinhamento das duas camadas de wafer.

Então não se deixe encantar por algum hater tagarelando que a Sony daqui, a Sony dali. Apenas alguns meses atrás a Sony teve acesso a esta tecnologia (ASML, Canon e Nikon têm patentes cruzadas que compartilham com Sony, Zeiss, Samsung
, então não há exclusividades e sem o acordo de todos nada é feito), primeiro os sensores empilhados pela Sony (aqueles da Alpha 9) tinham camadas diferentes entre eles, juntamente com grandes problemas de alinhamento que limitavam seus processos e potencial. Em vez disso, a Sony A1 pertence à nova categoria de máquinas com novos sensores empilhados com camadas idênticas, produzidos com os novos steppers da Nikon
. Como a Z 9. Mas sem ter qualquer relação entre eles, exceto nos ramos mais remotos da árvore genealógica…"

Portanto, não nos diga que isso poderia ter sido feito há dois anos. Não, não poderia ter sido feito há dois anos, a tecnologia não estava lá, caso contrário, todo mundo teria feito.

Não é por acaso que a Fujifilm só agora está anunciando um APS-C com sensor empilhado para 2022 (ao qual esperamos que a Nikon responda com uma Z 90 que é uma escala da Z 9)…"

[size=12pt]O artigo completo (em italiano) pode ser lido aqui: Troppa Grazia Santa Nikon - Editoriali - Nikonland 3.0

Buona lettura e buona settimana a tutti! :ok:

Obrigado pela contribuição Fábio.

Li esse mesmo artigo em inglês… vou tentar encontrar e postar aqui.

Direto da fonte:

Esse mesmo.
Valeu Sena.

“I have been in contact with several retailers around the globe and I received the same feedback – the interest and pre-order numbers for the new Nikon Z9 have already surpassed the D700, D800, and D850 pre-orders madness from a few years ago.”

Recomendo ler esse artigo antes de comprar: